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Atriz trans de ‘No Rancho Fundo’, Isis Broken fala sobre seu filho com marido trans: ‘Grande presente’

Isis Broken, de ‘No Rancho Fundo’, abre o coração sobre maternidade e relata preconceito contra sua família

Isis Broken, de 'No Rancho Fundo', com o marido e filho
Isis Broken, de ‘No Rancho Fundo’, com o marido e filho – Reprodução/ Instagram

A atriz e cantora Isis Broken, a Corina Castello de No Rancho Fundo, comemorou seu primeiro papel em uma novela. Nesta sexta-feira, 17/05, no Dia Internacional contra a Homofobia, a Transfobia e a Bifobia, a famosa abriu o coração em entrevista ao Extra.

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A artista trans falou sobre a conquista de espaço nas telinhas. Isis, que é mãe de Apolo, também comentou sobre o preconceito que sua família enfrenta.

“Ser uma das representantes dos corpos trans é extremamente significativo, especialmente neste momento histórico para a TV brasileira. Ver corpos trans em todos os horários das novelas está contribuindo para um ajuste social muito necessário”, iniciou ela.

E continuou: “É fundamental que atores e atrizes trans tenham oportunidades de interpretar papéis que não se limitem a narrativas trans, ampliando a representação e potencializando nossa presença na mídia. Estamos hackeando novos espaços, mas é preciso entender que não é só passar por lá, e sim permanecer nesses espaços. Não quero simplesmente fazer uma novela e nunca mais aparecer”.

Maternidade

Isis Broken relatou sobre sua vontade de ser mãe. “Não tinha passado isso na minha cabeça. Eu e meu esposo tínhamos acabado de começar a nos relacionar. Ele é um homem trans, e existe um certo tabu com homens trans. Acham que eles não podem engravidar, devido aos hormônios. Porém, acabou acontecendo. E foi um grande presente para nós. O nascimento de Apolo também levantou um debate sobre os corpos trans não estarem limitados àquilo que a sociedade impõe“, declarou.

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Sobre as críticas, a famosa lamenta: “Infelizmente, ainda não podemos dizer que pessoas trans ou a comunidade LGBTQIAP+ não sofrem preconceito. As doses de discriminação podem ser diárias quando se vive numa sociedade machista, racista e transfóbica”. 

 

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